sábado, 25 de junho de 2011

Aniversário Nayze

18/06/2011

Dr. House

Os diagnósticos do Dr. House chegam às livrarias do Brasil com o guia oficial da série

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terça-feira, 24 de maio de 2011

Uma Celebração que nos Orgulha

Os 40 anos desta obra, que por si só representam algo memorável, acontecem junto com outra data importante para a Medicina brasileira. Em 2011 a Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais, a 4a escola médica criada no País, completa seu primeiro centenário. Fundada por um grupo de 13 pessoas visionárias, a FM UFMG foi idealizada para cumprir o papel que cabe às boas instituições de ensino superior: excelência acadêmica e relevância social. Ao longo desses 100 anos, a Casa de Cícero Ferreira, Aurélio Pires, Alfredo Balena e tantos outros cumpriu muito bem a sua missão. Ao lado da formação de mais de 15.000 médicos, notabilizou-se na década de 1970 pela introdução de um novo modelo de ensino bem-sucedido que passou a ser adotado em várias outras escolas médicas do Brasil. Desde seus primórdios, a Faculdade não se descuidou do outro grande pilar acadêmico, que é a geração de conhecimento novo, com base na aplicação do pensamento e do método científicos. Não por acaso, atuação destacada desta Casa sempre foi também a publicação de dezenas de livros didáticos, nas áreas básicas e clínicas. Tantas foram as suas contribuições que hoje a FM UFMG goza de boa e merecida reputação nacional e internacional.

Luigi Bogliolo, que lançou esta obra há 4 décadas, teve papel de destaque nessa mesma caminhada. Vindo da Itália no início dos anos 1940, pouco depois tornou-se professor da faculdade mineira. Com seu espírito empreendedor e científico, aqui criou uma verdadeira Escola de Patologia. Em mais de 30 anos, na UFMG, o Prof. Bogliolo pôs em prática os elevados princípios da boa formação médica e deu, como poucos, notória contribuição científica. Seu interesse particular pelas doenças infecciosas e parasitárias, tão importantes no nosso mundo cada vez mais globalizado e especialmente no Brasil, contribuiu para melhor conhecimento delas e foi importante para formar gerações de novos mestres e pesquisadores. Em boa medida, portanto, a história da FM UFMG superpõe-se com a vida acadêmica do Prof. Bogliolo. Por tudo o que fez, Luigi Bogliolo figura entre os 20 maiores médicos mineiros do século XX e um dos grandes nomes da Medicina brasileira. O centenário da FM UFMG e os 40 anos deste livro são uma feliz coincidência. Celebrar esses acontecimentos é motivo de genuíno orgulho para toda a comunidade da UFMG, em especial para aqueles que, tendo convivido com o Mestre Bogliolo e assimilado suas ideias, procuram, com o melhor da sua capacidade, dar continuidade a esta obra. Nos anos vindouros, a FM UFMG continuará na sua trajetória de triunfos e glórias; com sua modesta contribuição, o livro Bogliolo | Patologia fará a parte que lhe está reservada.

Geraldo Brasileiro Filho


sábado, 21 de maio de 2011

Lançamento do BOGLIOLO PATOLOGIA


Data: 1 de Junho de 2011
Local: Faculdade de Medicina da UFMG
Auditório do CETES - 6 andar

Confirmar presença para:
Cláudia Cruz: 31 9884 1654
Lizandra Dias: 11 5080 0741

Programação:
19:00h - Abertura. Professor Francisco José Penna
- Diretor da Faculdade de Medicina da UFMG.
19:10h - Pronunciamento do Sr. Mauro Lorch, presidente do GEN
- Grupo Editorial Nacional.
19:20h - Pronunciamento da Sra. Rina Bogliolo Sirihal
- filha do Professor Luigi Bogliolo
19:40h - Apresentação da nova edição da obra
- Professor Geraldo Brasileiro Filho.
19:55h - Coquetel

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Imunofluorescência | Aplicações na Dermatopatologia


TEMA | Imunofluorescência: Aplicações na Dermatopatologia
APRESENTAÇÃO |
Dr. Moisés Salgado Pedrosa

: horário: 17:30h às 19:00h
: faculdade de medicina da ufmg
: terceiro andar, sala 340
: av. prof. alfredo balena, 190
: belo horizonte, mg

: programação do semestre: clique aqui

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Imunoistoquímica das doenças infecto-contagiosas

Nesta sexta-feira: 29 de Abril

TEMA | Imunoistoquímica das doenças infecto-contagiosas
APRESENTAÇÃO |
Dr. Stanley de Almeida Araújo

: horário: 17:30h às 19:00h
: faculdade de medicina da ufmg
: terceiro andar, sala 340
: av. prof. alfredo balena, 190
: belo horizonte, mg

: programação do semestre: clique aqui

sábado, 23 de abril de 2011

Reunião Oncologia Pediátrica


In the absence of a specific diagnostic marker that discriminates accurately between chondroblastic osteosarcoma and conventional chondrosarcoma, it is often difficult or impossible for pathologists to distinguish between these 2 tumor types by standard morphological analysis; chondroblastic osteosarcoma produces chondroid matrix as well as osteoid matrix, thus, in small biopsy samples, osteoid matrix (the hallmark of osteosarcoma) may simply not be present.


Until now, when faced with an equivocal diagnosis, a pluridisciplinary discussion between surgeons, radiologists, oncologists, and pathologists resulted in the proposal of one of 3 clinical options to the patient.


1- The first was a second biopsy to increase the chance of detecting osteoid in the tumor, with the risk that even a new biopsy might miss any osteoid matrix.


2- The second option, usually proposed systematically in cases of patients younger than 25 years in which the probability of chondroblastic osteosarcoma is highest, was systemic neoadjuvant chemotherapy. This alternative is dangerous because of the toxicity of chemotherapy treatment to the blood, heart muscle, kidneys, and hearing, as well as consequences of sterility and even death for young patients. On the other hand, if chondroblastic osteosarcoma is not treated with neoadjuvant chemotherapy the prognosis is worsened.


3- Finally, a third clinical option would be to propose a radical surgery and a neoadjuvant therapy complement only if chondroblastic osteosarcoma were diagnosed after examination of the total bone specimen. This option is also dangerous because this patient, who did not receive chemotherapy at the beginning of the treatment, would present a higher risk to develop pulmonary metastasis.


A. Gomez-Brouchet et al.

Galectin-1: marker for osteosarcoma and chondrosarcoma.

Human Pathology (2010) 41, 1220–1230.


Reunião Interdisciplinar

: nesta segunda: 25/04/2011

: horário: 15h
: faculdade de medicina da ufmg
: terceiro andar, sala 340
: av. prof. alfredo balena, 190
: belo horizonte, mg

EYE FOR AN AI: MORE-THAN-SEEING, FAUXTOMATION, AND THE ENACTMENT OF UNCERTAIN DATA IN DIGITAL PATHOLOGY

  Olho para uma Inteligência Artificial: mais-do-que-ver, pseudo- automação e a instauração de dados incertos na patologia digital